Encontro de Vaqueiros do Araraquara
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A caminho do Araraquara
Parece até que estão pousando.
E lembrar que esse igarapé era pequeno.
Meu irmão Isaac na labuta.
Um velho galpão.
Um solitário aturiazeiro.
As vezes me sinto como este animal só.
Que plantel lindo.
e não é que nasceu malhadinho.
É muito bom lembrar de onde vim.
Búfalos pastando.
Nenhuma cerca vai me impedir de voltar pra casa.
Que viagem! Quer encarar?
Campos alagados do Marajó(inverno).
Adivinha no que estou pensando/
Meu sobrinho Diego conduzindo o boi.
Eu tremendo de medo.
Imagina pra onde eu vou?
Aqui a vizinhança mora longe.
Teso de casa em pleno inverno.Quantas vezes me joguei nas poças de água.
Que travessia longa, mais vale a pena! quer tentar?
Até parece que vai chover!
E isso é só um rio.
Dá pra perceber porque amo este lugar?
Dá pra pegar o meu perfil?
Será que estou bem?
O arumá não dá trégua haja fôlego.
E lembrar que esse igarapé era pequeno.
Meu irmão Isaac na labuta.
Um velho galpão.
Um solitário aturiazeiro.
As vezes me sinto como este animal só.
Que plantel lindo.
e não é que nasceu malhadinho.
É muito bom lembrar de onde vim.
Búfalos pastando.
Nenhuma cerca vai me impedir de voltar pra casa.
Que viagem! Quer encarar?
Campos alagados do Marajó(inverno).
Adivinha no que estou pensando/
Meu sobrinho Diego conduzindo o boi.
Eu tremendo de medo.
Imagina pra onde eu vou?
Aqui a vizinhança mora longe.
Teso de casa em pleno inverno.Quantas vezes me joguei nas poças de água.
Que travessia longa, mais vale a pena! quer tentar?
Até parece que vai chover!
E isso é só um rio.
Dá pra perceber porque amo este lugar?
Dá pra pegar o meu perfil?
Será que estou bem?
O arumá não dá trégua haja fôlego.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Poema do Vaqueiro
Araraquara
Idos cavalgam no verde do tempo...
nas mãos do vento arquiteto das horas.
As águas pulsam nos braços dos rios,
singrando o aço do dever cumprido.
Há ainda no passado a pureza das raízes,
nos velhos vaqueiros de outrora
soando gritos na malhada, na invernia,
nos campos de ontem e de agora...
Mas esfumaça o malho das ações juvenis,
perde-se a identidade, o carimbo matuto,
na bigorna do tempo moderno,
sob o céu anil e cor de luto...
As rédeas afrouxam, travam galopes,
nas passagens verdejantes e descoloridas...
E o marajoara em sua lida quotidiana
emana ainda o perfume da vida!
Marcos Vitelli
Soure (PA): 26.11.2011
Escrito especialmente para para o I Encontro de Vaqueiros no Araraquara
sábado, 1 de outubro de 2011
Pré Eva
Hebreus 11.3 – “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem”.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
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